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Mais de 40 reféns são libertados de prisões no Equador - Social Marília
25 de Abril de 2026

Mais de 40 reféns são libertados de prisões no Equador


Mais de 40 funcionários carcerários que haviam sido tomados como reféns por presos no Equador foram libertados, mas 136 ainda estão retidos em meio a uma das piores investidas do narcotráfico, informou neste sábado (13) a autoridade que administra as prisões (Snai).

Uma dúzia de organizações semeiam terror no país e impõem seu poder violento a partir das prisões, em represália às políticas linha-dura do governo para enfrentar esses grupos, em um país que até alguns anos atrás era considerado tranquilo.

Em balanços que são divulgados aos poucos, o Snai informou sobre a libertação de 24 guardas penitenciários e 17 funcionários administrativos. Em um balanço na quinta-feira, a contagem era de 178 reféns. Na sexta-feira três deles foram libertados.

De acordo com o Snai, 133 vigilantes e três funcionários ainda estão como reféns dentro das prisões.

Também foi relatada a morte de um guarda em confrontos com presos neste sábado em El Oro (sudoeste), na fronteira com o Peru, elevando o número de mortos para 19, entre civis, guardas penitenciários, policiais e presos.

A atual crise começou no domingo passado, quando um dos chefes do crime mais temidos desapareceu de sua prisão em Guayaquil (sudoeste). À fuga de Adolfo Macías, conhecido como "Fito", líder da principal gangue criminal do país conhecida como Los Choneros, seguiu-se uma investida violenta: motins nas prisões, funcionários penitenciários retidos por presos, policiais sequestrados, ataques com explosivos e veículos incendiados.

Embora a atividade tenha voltado quase completamente às principais cidades após vários dias de confinamento, o terror ainda paira nas ruas.

Diariamente, circulam vídeos nas redes sociais de assassinatos cruéis de membros das forças de segurança, supostos saques e ataques.

Na terça-feira, a ofensiva do narcotráfico incluiu um ataque à imprensa transmitido ao vivo que causou comoção e repercutiu em todo o mundo.

Centenas de soldados e policiais estão à procura de Fito, enquanto vigora um estado de exceção em todo o país, incluindo as penitenciárias, e um toque de recolher de seis horas, a partir das 23h locais.

O Exército da Colômbia suspeita que o narcotraficante tenha cruzado a fronteira para o território colombiano.

O Equador foi durante muitos anos um país livre do narcotráfico, mas tem se transformado em um novo bastião do tráfico e drogas para os Estados Unidos e Europa, com gangues disputando o controle do território e unidas em sua guerra contra o Estado.

Nos últimos cinco anos, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes subiu de 6 para 46 em 2023.

Fonte: correiobraziliense

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