Segundo Sidney, o país vivenciou um cenário positivo de crescimento em 2024, impulsionado pelo consumo das famílias, investimentos e um mercado de trabalho aquecido, mas 2025 deve apresentar desafios maiores, com inflação pressionada, juros altos e um cenário fiscal que inspira atenção.
"Nós estamos vivendo o momento em que a atividade econômica é bastante acrescida, isso é um fator positivo, é um vetor de crescimento do Brasil, quando nós temos o PIB com surpresas positivas de crescimento", frisou.
De acordo com Sidney, a recuperação da renda, com ganhos reais de até 7,7% acima da inflação e o desemprego em níveis historicamente baixos, impulsionou o mercado de trabalho, descrito pelo executivo como um dos pilares da atividade econômica.
Para Sidney, o crédito também foi um fator determinante no crescimento, “uma alavanca fundamental para a economia”, e mencionou um avanço de 10,5% a 11% em 2024. Para 2025, a expectativa é que o crédito continue crescendo em ritmo próximo a dois dígitos (9,5%). Segundo ele, a retomada do crédito corporativo após um período conturbado em 2023, aliado ao controle da inadimplência das famílias, proporcionou um ambiente mais benigno pós-pandemia.
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