Durante um café da manhã com jornalistas, o ministro mostrou otimismo ao destacar que o mercado aéreo nacional não será prejudicado pela possível fusão. Ele comparou o cenário a uma “federação partidária”, onde ambas as empresas manteriam autonomia financeira e de governança, mas operariam de maneira colaborativa. Costa Filho esclareceu que o modelo proposto seria diferente da fusão da Latam, que resultou na criação de uma única empresa.
Silvio Costa Filho ressaltou que a união das companhias pode ser benéfica para fortalecer as empresas, especialmente diante do risco de colapso financeiro. Ele lembrou que a Gol, no ano passado, entrou com um processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, buscando garantir a sustentabilidade a longo prazo.
“Nosso pior cenário seria o fechamento de empresas como a Gol e a Azul. A fusão é uma oportunidade para ambas se fortalecerem, sem causar prejuízo ao mercado ou à concorrência,” afirmou.
“Estamos atentos para que nenhuma decisão comprometa a competitividade do setor ou penalize o consumidor com aumentos tarifários. Qualquer movimento nesse sentido será rigorosamente avaliado pelo Cade,” destacou.
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