Em uma análise mais ampla, considerando as médias móveis trimestrais, o índice também apresentou recuo, caindo 2,2 pontos e encerrando o período em 90,6 pontos. Esses números indicam uma desaceleração no otimismo do consumidor, que vinha apresentando sinais de recuperação.
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Entre os quesitos que compõem o ICC, o que mede a situação financeira futura da família foi o que apresentou a maior contribuição na queda da confiança no atual mês ao recuar 6,7 pontos, para 92,5 pontos, atingindo o menor nível desde agosto de 2022 (90,0 pontos).
A queda também foi observada nos indicadores que medem as perspectivas para situação econômica local futura e para compras previstas de bens duráveis, que caíram 4,6 e 5,9 pontos, para 98,3 e 85,1 pontos, respectivamente.
A queda da confiança ocorreu também em todas as faixas de renda, sendo mais acentuada entre os consumidores com renda entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600,00. Todas as faixas se mostram pessimistas em relação à avaliação sobre o momento atual e às perspectivas nos próximos meses, com a confiança das famílias das faixas de renda de R$ 4.800,01 e R$ 9.600,00 e acima de R$ 9.600,01 atingirem menor nível desde julho de 2022 (83,7 e 85,7 pts., respectivamente).
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