Em 2022, clamou para que cristãos não se habituassem à guerra e não se resignassem à inevitabilidade dela; e, em 2024, pediu que os fiéis não se rendessem “à força do mundo”, mas, em vez disso, continuassem “a falar de paz a quem quer a guerra, a falar de perdão a quem semeia vingança, a falar de acolhimento e solidariedade a quem tranca as portas e ergue barreiras, a falar de vida a quem escolhe a morte”, e assim por diante.
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A produção desta reportagem usou recursos da ferramenta Pinpoint, do Google. Confira a coleção de arquivos analisados.
Fonte: correiobraziliense
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