Até dois anos e meio após a hospitalização por covid-19, os sobreviventes enfrentam um risco de morte mais elevado do que a população em geral, descobriram pesquisadores do Centro de Investigação Clínica do Hospital Bichat, em Paris. O estudo, com 64 mil moradores da França, foi publicado hoje na revista Infectious Diseases e também constatou maior probabilidade, entre os internados, de desenvolver complicações multissistêmicas. Segundo os autores, é preciso manter um sistema de monitoramento contínuo de saúde dos pacientes que tiveram a forma mais grave da doença.
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