Apesar do avanço, a desigualdade regional ainda se mantém evidente. O Distrito Federal apresentou o maior rendimento médio, de R$ 3.444, enquanto o Maranhão registrou o menor, com R$ 1.077 — uma diferença de R$ 2.367, superior ao próprio rendimento médio nacional. O cenário se repete em relação a 2023, quando esses mesmos estados já ocupavam as extremidades da tabela, com o DF registrando R$ 3.357, e o Maranhão, R$ 945.
Os estados das regiões Norte e Nordeste registraram os menores rendimentos per capita em 2024, enquanto Sul e Sudeste concentraram a maioria das maiores médias salariais. A disparidade entre as unidades da Federação evidencia as diferenças estruturais no desenvolvimento econômico do país, que impactam diretamente o acesso a oportunidades e qualidade de vida da população.
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