07 de Março de 2026

Três novas espécies de rã são descobertas no Peru


Uma equipe de cientistas peruanos descobriu três novas espécies de rã em uma cadeia montanhosa no norte do Peru, informou o Instituto Peruano de Herpetologia nesta sexta-feira (4).

As rãs foram encontradas há poucas semanas em um ecossistema de florestas, situado entre 2.000 e 3.000 metros de altitude na região de Piura (norte).

"Encontramos três novas espécies de rãs do gênero Pristimantis, que habitam zonas pouco exploradas do norte peruano", disse à AFP o herpetólogo Germán Chávez.

Os anfíbios foram nomeados pelos cientistas 'Pristimantis chinguelas', 'P. nunezcortezi' e 'P. yonke'.

  • Nova espécie de sapo chamada Pristimantis nunezcortezi, uma das três novas espécies de sapo descobertas em uma cadeia de montanhas em Piura, no norte do Peru
    Nova espécie de sapo chamada Pristimantis nunezcortezi, uma das três novas espécies de sapo descobertas em uma cadeia de montanhas em Piura, no norte do Peru German Chávez/Instituto Peruano de Herpetologia/AFP
  • Nova espécie de sapo chamada Pristimantis yonke, uma das três novas espécies de sapo descobertas em uma cadeia de montanhas em Piura, no norte do Peru
    Nova espécie de sapo chamada Pristimantis yonke, uma das três novas espécies de sapo descobertas em uma cadeia de montanhas em Piura, no norte do Peru German Chávez/Instituto Peruano de Herpetologia/AFP
  • Nova espécie de sapo chamada Pristimantis chinguelas, uma das três novas espécies de sapo descobertas em uma cadeia de montanhas em Piura, no norte do Peru
    Nova espécie de sapo chamada Pristimantis chinguelas, uma das três novas espécies de sapo descobertas em uma cadeia de montanhas em Piura, no norte do Peru German Chávez/Instituto Peruano de Herpetologia/AFP

A descoberta foi feita nas montanhas que cruzam a cordilheira de  Huancabamba, em Piura, em meio a neblinas persistentes, bosques anões e páramos (campos de altitude andinos) silenciosos, informou Chávez.

"Estas rãzinhas não dependem muito dos corpos hídricos e, por não dependerem disso, é um bom indicador da saúde do hábitat que têm ao seu redor", explicou o estudioso.

As novas espécies medem cerca de cinco centímetros e se distinguem pelos grandes olhos amarelos e pelas cores creme, amarela e marrom. Outra característica é seu canto agudo.

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O ecossistema que habitam enfrenta ameaças constantes, sobretudo pela extensão das queimadas agrícolas e do desmatamento.

O cordilheira de Huancabamba é uma área de grande importância biogeográfica, devido à sua biodiversidade e à conexão que estabelece entre a Amazônia e a costa do Pacífico.

Fonte: correiobraziliense

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