“Como todos sabem, é superavitário em relação à América do Sul, como um todo, e ao Brasil também. Nos últimos 15 anos, nós tivemos um deficit de bens e serviços de mais de US$ 400 bilhões com os EUA. Então, não há racionalidade econômica na medida que foi adotada”, defendeu o ministro nesta quinta-feira (10/7), em entrevista ao canal de mídia independente Barão de Itararé.
Fonte: correiobraziliense
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