“Neste momento, eu nem trabalho com a hipótese de a gente não superar esse negócio, porque vai atrapalhar a economia deles”, disse em entrevista ao Estadão, publicada nesta quinta-feira (17/7).
O ministro mencionou os setores de aviação, suco, café e carne, dos quais os Estados Unidos têm dependência brasileira. “São coisas que vão encarecer o café da manhã do americano. Então, vai vendo como isso não faz muito sentido, do ponto de vista econômico.”
Sobre as investigações abertas pelo Escritório do Representante de Comércio (USTR) americano, que citam temas como Pix, pirataria e desmatamento, o chefe da equipe econômica afirmou que o governo está procurando a racionalidade por trás da iniciativa.
Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais notícias do dia no seu celular
Utilizamos cookies próprios e de terceiros para o correto funcionamento e visualização do site pelo utilizador, bem como para a recolha de estatísticas sobre a sua utilização.