“Não vamos nos apressar para fechar acordos”, disse em entrevista à CNBC. Questionado sobre a possibilidade de adiar as tarifas em casos de negociações avançadas, o secretário afirmou que essa decisão caberá ao presidente Donald Trump.
“Veremos o que o presidente quer fazer. Mas, novamente, se de alguma forma voltarmos à tarifa de 1º de agosto, acredito que um nível tarifário mais alto pressionará ainda mais esses países a chegarem a acordos melhores”, apontou.
Bessent não mencionou diretamente o caso do Brasil, que enfrenta a maior alíquota entre os países afetados, de 50%. Ele observou que a União Europeia avançou de forma lenta nas negociações, mas avaliou que o bloco está agora mais engajado no processo.
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