Ele afirmou que o prazo de 1º de agosto, quando entram em vigor as tarifas determinadas pelo presidente Donald Trump, é “bastante rígido” para todos os países. No entanto, ressaltou que “nada impede” a continuidade das negociações mesmo após essa data.
Em entrevista ao Fox Business, Bessent reiterou que o governo não tem intenção de se apressar na conclusão dos acordos. Em relação à China, afirmou que as relações comerciais atravessam “um bom momento” e adiantou que se reunirá com autoridades chinesas em Estocolmo.
Ele se reunirá com o governo chinês na próxima semana para discutir o que deve ser uma provável prorrogação do prazo de 12 de agosto para a implementação de tarifas mais elevadas.
“Acho que, na verdade, passamos para um novo patamar com a China, em que o diálogo é muito construtivo”, frisou o secretário, que afirmou que espera que os chineses "reduzam o excesso de produção".
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