A avaliação é de José Augusto de Castro, presidente-executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), que alerta para o risco de paralisação nas negociações e defende cautela por parte do governo. “Esse tipo de situação pode suspender conversas importantes. Nenhuma das partes — nem o Brasil, nem os Estados Unidos — vai querer negociar em meio a ânimos exaltados”, afirmou em entrevista ao Correio.
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