Na ocasião, Barreirinhas detalhou o progresso dos trabalhos, focando na não cumulatividade plena como o maior ganho do novo modelo tributário e na construção colaborativa da regulamentação. Ele assegurou que a Receita Federal está empenhada na regulamentação e no desenvolvimento tecnológico para a reforma, com cerca de 30 grupos de trabalho engajados em intenso diálogo com mais de 2 mil interlocutores da iniciativa privada. Esse processo colaborativo é visto pelo Fisco como um marco histórico de participação, essencial dado o prazo apertado para a implementação.
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