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Bill Bienemann, 68 anos, vive a dois quarteirões da escola e da igreja. "Nós frequentamos a igreja por mais de 20 anos. Minha filha caçula estudou do jardim-da-infância ao oitavo grau na escola. Somos muito familiares com a paróquia, os sacerdotes e os professores. Eu participava de uma videoconferência de negócios, às 8h45, quando escutei um barulho parecido com fogos de artifício. Então, rapidamente percebi que eram tiros, pois sou um ávido caçador", relatou ao Correio. "Os disparos duraram de três a quatro minutos. Foram entre 40 e 80 tiros. Interrompi a chamada, entrei no carro e cheguei ao local uns sete minutos depois. Quando cheguei lá, deparei-me com uma grande presença de policiais e paramédicos. Conversei com sobreviventes. Um homem de uns 30 anos descreveu o que viu dentro da igreja. Ele me disse que as balas atingiram as crianças que estavam sentadas. Também contou que os projéteus passaram tão perto dele que pôde sentir lascas de madeira atingindo-lhe o rosto."
Fonte: correiobraziliense
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