O resultado de julho foi puxado por deficits de R$ 56,4 bilhões no governo federal, R$ 8,1 bilhões nas estatais e R$ 2,1 bilhões em estados e municípios. Mesmo assim, no acumulado de 12 meses, o setor público consolidado ainda apresenta superavit primário de R$ 27,3 bilhões, o equivalente a 0,15% do produto interno bruto (PIB).
O indicador é visto pelos investidores como um dos principais sinais da situação fiscal do país. De acordo com o BC, a alta foi influenciada principalmente pelos juros nominais apropriados, que acrescentaram 0,8 ponto percentual ao indicador. As emissões líquidas da dívida também contribuíram com 0,4 ponto percentual, enquanto a queda do PIB nominal reduziu o índice em 0,4 ponto percentual.
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