Apesar da crítica, o chefe da equipe econômica defendeu a atuação do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, destacando que ele assumiu a autoridade monetária em um período de crise e deve entregar um “resultado consistente”.
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“Se você me perguntar se acho justificável os juros estarem nesse patamar, eu acredito que não, mas não estou no lugar dele [Galípolo]”, disse em entrevista ao ICL. “Essa opinião é compartilhada por boa parte do mercado financeiro”, acrescentou.
Haddad ressaltou ainda que, mesmo após a alta do dólar no fim do ano passado, a inflação já caminha para níveis próximos ao teto da meta, de 4,5%. “Acredito que Galípolo chegará a um momento em que reunirá a diretoria para tomar essa decisão. Entendo que há espaço para que os juros caiam”, afirmou.
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