O estadunidense apresentou o plano de cessar-fogo na quarta-feira (29/9), em coletiva ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A proposta prevê a libertação dos reféns em até 72h, além da saída gradual das tropas de israelenses, seguido de um governo de transição chefiado pelo próprio Trump.
Netanyahu também afirmou que o exército de Israel continuaria atuando em um perímetro de segurança de Gaza e "resistiria à força" à criação de um Estado palestino, o que gera desconfiança do Hamas de que a proposta seria seguida.
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Durante a coletiva, o israelense manteve o tom ameaçador: “se o Hamas rejeitar o plano, ou supostamente aceitar e então fizer de tudo para acabar com ele, Israel vai acabar com o seu trabalho sozinho, isso pode ser feito da maneira fácil ou da difícil, mas será feito”, afirmou.
Aliada do Hamas, a Jihad Islâmica Palestina rejeitou o acordo, que chamou de “receita para explodir a região”. O grupo mantém alguns dos reféns israelenses vítimas do 7 de outubro.
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