Em setembro, o Pix alcançou seu maior volume: 290 milhões de transações em um único dia, somando R$ 164,8 bilhões movimentados. O avanço se reflete no comportamento dos brasileiros: pesquisa da MindMiners mostra que 67% já utilizam o Pix como principal meio de pagamento, à frente de cartões de crédito (47%) e débito (34%).
Segundo o estudo Brasilidades – Quantos Brasis cabem no Brasil?, 73% dos brasileiros utilizam o Pix diariamente. No comércio online, ele deve alcançar 44% do valor total das transações até o fim de 2025, superando os cartões de crédito (41%), de acordo com projeções Ebanx/PCMI. O desempenho não é novidade. Na Black Friday de 2024, o método já havia movimentado R$ 4,3 bilhões, um salto de 45,8% em relação ao ano anterior.
Oficializado em fevereiro deste ano, o Pix por aproximação introduz pagamentos instantâneos via NFC, sem necessidade de abrir aplicativos ou escanear códigos. “Essa tecnologia amplia o uso do Pix ao melhorar a experiência de pagamento em diversos cenários, como transporte público, compras presenciais e grandes eventos. Durante a Black Friday, onde agilidade é fundamental para evitar o abandono de compra, essa inovação pode ser decisiva para aumentar as vendas no varejo físico”, explica Rabusky.
O Global Payments Report 2025, da Worldpay, revela que 84% dos brasileiros já usam carteiras digitais como Apple Pay, Google Pay, PicPay e Mercado Pago — uma das taxas mais altas do mundo.
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