Segundo dados de rastreamento analisados por empresas especializadas, cerca de 12 embarcações partiram com os sistemas de identificação automática desligados, prática conhecida como “navegação em modo escuro”, usada para dificultar a localização e a identificação de navios em alto-mar.
De acordo com o jornal, quatro dos petroleiros, chamados Veronica III, Vesna, Bertha e Aquila II, foram vistos por imagens de satélite a cerca de 50km a oeste da costa venezuelana utilizando nomes falsos e informando geolocalizações incorretas. Ainda segundo a reportagem, as embarcações deixaram a Venezuela sem autorização do governo interino de Delcy Rodriguez.
Os outros 12 navios petroleiros desligaram seus transmissores de geolocalização, algo incomum na navegação comercial, e ainda não foram localizados por imagens de satélite mais recentes, segundo o NYT.
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Apesar do site de monitoramento marítimo "TankerTrackers" afirmar que os petroleiros estavam carregados de petróleo cru, o "New York Times" reportou que algumas dessas embarcações estavam vazias para poderem navegar mais rapidamente.
O movimento ocorre após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua mulher, Cilia Flores, em uma operação das forças norte-americanas que atingiu Caracas na madrugada do sábado (3/1).
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