Em entrevista ao Correio, Lopes da Costa destaca que a liquidação não é um ato isolado, mas um processo técnico com efeitos econômicos imediatos e irreversíveis. Segundo ele, abrir espaço para revisões durante sua execução cria precedentes perigosos, ao sinalizar que decisões regulatórias deixam de ser finais e passam a depender de disputas institucionais. Esse cenário, afirma, “amplia a percepção de insegurança regulatória” e eleva o custo de financiamento no País.
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Fonte: correiobraziliense
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