Ainda nesta quarta, está marcada a execução de Erfan Soltani, 26 anos, preso durante os protestos no país. Ele foi preso em casa e condenado à morte por enforcamento em um julgamento considerado rápido e obscuro. Segundo a ONG de direitos humanos Hengaw, a família de Erfan foi privada de notícias sobre ele. Não há confirmação se a pena já foi executada.
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Já a Iran Human Rights (IHR) estima que a repressão iraniana provocou a morte de 3.428 manifestantes e prendeu cerca de 10 mil.
Somada ao uso da força e prisões em massa, o governo do Irã continua o bloqueio da internet no país e corte da comunicação com outros Estados. A manifestação, que começou como uma crítica aos custo de vida, está no 18º dia, uma das maiores desde o início do regime teocrático em 1979 e com uma repressão estatal sem precedentes.
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