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Escala 6 x 1: os países que já testaram e o que o Brasil pode aprender - Social Marília
23 de Abril de 2026

Escala 6 x 1: os países que já testaram e o que o Brasil pode aprender


Enquanto o debate sobre o fim da escala 6x1 avança na Câmara dos Deputados em Brasília, a ideia de uma semana de trabalho mais curta já é realidade em vários países. O modelo de quatro dias, longe de ser apenas uma teoria, foi testado com resultados que apontam para um aumento de produtividade e bem-estar, servindo de inspiração para o que pode ser o futuro das relações de trabalho no Brasil.

A discussão global não se baseia em uma fórmula única, mas sim em diferentes abordagens que buscam o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. A premissa central é que menos tempo no trabalho pode significar mais foco, eficiência e, consequentemente, melhores resultados para as empresas e mais saúde para os funcionários.

Um dos experimentos mais relevantes ocorreu no Reino Unido. Em 2022, um projeto-piloto de seis meses envolveu 61 empresas e aproximadamente 2.900 trabalhadores. Os resultados mostraram que a receita das companhias participantes não caiu; pelo contrário, aumentou em média 1,4%. Além disso, houve uma queda de 57% nos pedidos de demissão e 71% dos funcionários relataram menos esgotamento. Ao final, 92% das empresas decidiram manter a jornada de quatro dias.

Na Bélgica, o modelo foi implementado de forma diferente. O país aprovou uma lei que dá aos trabalhadores o direito de escolher se querem cumprir a carga horária semanal completa em quatro dias, em vez de cinco. Neste caso, não há redução de horas, mas uma compressão da jornada, garantindo três dias de folga e maior flexibilidade.

A Islândia foi uma das pioneiras, com testes em larga escala no setor público entre 2015 e 2019. O estudo, que envolveu cerca de 1% da população ativa do país, concluiu que a produtividade foi mantida ou até melhorou na maioria dos locais de trabalho. Os trabalhadores também reportaram menos estresse e um equilíbrio mais saudável entre as demandas profissionais e a vida pessoal.

Por aqui, a discussão é impulsionada pela proposta que visa garantir mais folgas semanais, alterando o modelo 6x1. A adaptação para uma semana de quatro dias, no entanto, enfrenta desafios como a legislação trabalhista e a diversidade dos setores econômicos, que possuem dinâmicas muito distintas.

Apesar dos obstáculos, a ideia já saiu do papel para algumas empresas brasileiras que testam o formato de forma independente. Os primeiros relatos indicam uma tendência alinhada aos resultados internacionais, com melhora na saúde mental das equipes, aumento do engajamento e maior foco na entrega de tarefas.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

 

Fonte: correiobraziliense

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