
Já escrevi sobre os jovens calvinistas da internet que não são pastoreáveis e não frequentam uma igreja local. Hoje, quero tratar daqueles que se consideram os “baluartes da verdade, conhecedores da sã doutrina e paladinos da teologia”.
Pois é, a ironia de tudo isso é que boa parte desses “apologetas” virtuais possui um conhecimento bíblico superficial, fruto da leitura de alguns parcos sites e de meia dúzia de livros de teologia. Como se não bastasse, esses apologistas nunca evangelizaram, nem pregaram nas ruas, casas ou praças.
A consequência direta das ações desses seres sectários tem sido a disseminação de um espírito beligerante, no qual o que importa é impor aquilo em que acreditam, ainda que para isso seja necessário difamar, mentir ou até mesmo agir com desonestidade intelectual. Lamentavelmente, esse tipo de pessoa se considera o “cão de Calvino”, investido de poder do alto para “tretar sempre que possível”, sob a desculpa de que está defendendo a verdade.
A conclusão a que chego é que estes, além de se arrependerem dos pecados de difamarem e promoverem divisões no Corpo de Cristo, precisam amadurecer, crescer e abandonar a meninice. Em alguns casos, deveriam procurar um emprego, deixando de lado a ociosidade. Quem sabe, assim, parem de falar bobagens.
Fonte: plenonews
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