07 de Março de 2026

Conheça a fundação Hind Rajab, que encabeçou pedido ao STF contra soldado israelense


Soldado israelense, Yuval Vagdani Foto: Reprodução Redes Sociais

A “Justiça” brasileira acatou o pedido da fundação Hind Rajab, ordenando a Polícia Federal caçar um soldado das Forças de Defesa de Israel (IDF, em inglês), que sobreviveu ao massacre do Hamas no festival de música Nova em 7 de outubro de 2023.

O militar, identificado como Yuval Vagdani, terminou às pressas as suas férias no Brasil na manhã deste domingo (5), depois que o Supremo Tribunal Federal ordenou que a polícia abrisse uma investigação de crimes de guerra contra ele.

Fundação
A Fundação Hind Rajab (HRF), com sede na Bélgica, é uma organização anti-Israel intencionada para apresentar queixas e denúncias no exterior contra soldados das Forças de Defesa de Israel, acusando-os de crimes de guerra em Gaza – baseada na ideologia antissemita e pró-terrorismo.

A organização proclama que “é dedicada a acabar com a impunidade de Israel e alcançar a justiça para Hind Rajab e todas as vítimas do Genocídio de Gaza”. Rajab foi morta em Gaza (fevereiro 2024), com 6 anos de idade, sua morte foi atribuída à IDF, mas uma investigação conduzida pelo exército disse que não havia tropas na área.

Fundador
O fundador da HRF, o libanês Dyab Abou Jahjah, tem uma longa história de ativismo anti-Israel. Também é fundador da Liga Árabe Europeia (AEL). Foi membro do Hezbollah e afirmou ter recebido “treinamento militar” do grupo terrorista – para juntar-se à resistência do Hezbollah contra Israel.

Abou Jahjah também admitiu que mentiu sobre uma briga com a liderança do Hezbollah quando estava buscando asilo na Bélgica. Confessando que foi apenas um truque político baixo para obter os documentos.

O ministro dos Assuntos da Diáspora de Israel, Amichai Chikli, disse neste domingo, que Abou Jahjah já havia declarado laços com o Hezbollah e liderou “turnês do Hezbollah na Europa”.

Abou Jahjah tem uma longa história de apoio a organizações terroristas além do Hezbollah, emitindo apoio ao Hamas para os ataques terroristas de 7 de outubro:

– Estes combatentes da resistência palestinianos que entram nestes colonatos são todos refugiados cujos pais foram etnicamente limpos destas aldeias em 1948/1967 – escreveu no X em 7 de outubro.

Alguém ainda tem dúvidas que o governo brasileiro é anti-Israel?

 

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Fonte: plenonews

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