
Todas as autoridades mundiais fazem uso de conselheiros que os colocam a par de assuntos variados, pelo fato de que é impossível para uma pessoa os dominar sozinha. Isso faz com que as autoridades evitem erros de dedução em decisões importantes e, principalmente, em declarações públicas.
O fato é que as afirmações de um governante devem obedecer a liturgia do cargo, de forma que não causem celeuma quando da análise isenta do conteúdo feitas por diversos entes da sociedade, sem unanimidade nas críticas negativas.
Pontuadas essas questões, preciso destacar que o presidente Lula, mais uma vez, foi infeliz ao declarar publicamente – com certeza, sem ouvir possíveis conselheiros – que o motivo de muita gente estar com fome no Brasil deve-se ao fato de alguém estar comendo demais (confira aqui).
Afirmações desse tipo, vindas de um chefe de governo, demonstram a insensibilidade com a realidade, também não explicam como se chegou a essa conclusão, nem qual a forma adequada de encontrar uma solução para o problema. Talvez, insinue que a saída seria copiar os libretos de racionamento do governo de Cuba, onde todos são nivelados por baixo e a fome é distribuída democraticamente por todos os cidadãos que não têm acesso aos dólares do mercado negro, ou aos valores enviados pelos patrícios da diáspora.
Finalizo pedindo a Deus que modere a língua de quem tem enormes responsabilidades com o povo, a fim de recuperar a confiança do país com seus governantes. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo o povo brasileiro.
Fonte: plenonews
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