
Os socialistas marxistas mantêm suas teorias destruidoras das bases da sociedade – que se mantém há milênios – como a do patrão opressor explorador e a do trabalhador coitadinho e explorado.
O presidente Lula declarou, publicamente, que empresário “não ganha muito dinheiro, porque ele trabalhou; ele ganha muito dinheiro, porque os trabalhadores dele trabalharam”, também criticou o que chama de “ganância das pessoas mais ricas “e defendeu que haja “contrapartida social”.
Ora, a contrapartida social vem com o livre mercado que gera empregos dignos e renda para ser distribuída meritocraticamente. Em todas sociedades organizadas, a interferência do Estado paternalista não deu certo em lugar nenhum onde foi implantada, porque quando não houver mais ricos dos quais se confiscar a riqueza sobrará apenas a miséria; que nem precisa ser distribuída, pois se espalha sozinha.
Um governante que não mede suas palavras esquecendo que fala para 210 milhões de brasileiros e não apenas para sua claque, corre o risco de ser fator desagregador em um país que tenta se recompor de recentes embates políticos.
Com o novo parlamento que toma posse dia 1º de fevereiro, inicia-se um novo tempo de independência do parlamento, cessando a subserviência de puxadinhos do Executivo que perderam espaço para um conservadorismo atuante.
Fonte: plenonews
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